domingo, 19 de outubro de 2008

unpronounced words...


A door was noiselessly closed behind me,

A soundless silence was taken place inside of me,

The noise of an unbroken heart was deafening.

Despite of all my efforts It was possible to hear a wailing sound
coming across;
making sure my pounding heart through the chest reminded
me somehow love had gone for good.


Gilbert Antonio

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a true love story....


A true love story is never moral. It does not instruct , nor encourage virtue, nor suggest models of proper human behavior, not restrain people doing things they have always done and felt. If a love story seems moral, do not believe it.If at the end of it you feel uplifted, or if you feel that some small part of rectitude has been slavaged from the larger amount of love, then you have been made the victim of a very old and terrible lie.There is no rectitude whatsoever.There is no virtue.As a first rule of thumb, therefore, you can tell a true love story by its absolute and uncompromising allegiance to obssession and evil. I insist on telling such truly and unaceptable excuse.You can tell a true love story if it embarrasses you. If you don´t care for obssession, you don´t care for the truth;if you don´t care for the truth, watch gow you love, how strong the signals you have sent so far might damage the ideal love.

In any love story, but especially a true one, it´s difficult to separate what happened from what seemed to happen.What seems to happen becomes its own happening and has to be told that way.The angles of vision are skewed.When a cunning trap explodes, you close your eyes and try not to float outside yourself.In many cases a true love story cannot be believed.If you believe it, be skeptical. It´s a question of credibility.Often the crazzy stuff is true and the normal stuff isn´t because the normal stuff is necessary to make you believe tre truly incredible craziness.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

um silêncio de mil palavras

Um silêncio de mil palavras coincide com a eloquência vazia
de tudo que ainda não foi percebido.
Embora ainda receie da resistência encontrada
para vivera verdade dos fatos
e abstratas emoções,
acredito que assim mesmo nada pode ser feito,
apenas lamentado.

Gilbert Antonio
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domingo, 5 de outubro de 2008

os clichês...



Os clichês, não obstante revelam o grande desejo do coletivo.

Nesta constatação não elege-se culpados e nem tampouco determina-se a jurisdição

de uma verdade absoluta.
Distante de parecer conclusivo, abre sim, antecendentes para novas perguntas

e desejos bem maiores do que de fato desejo enfim, revelar.


Gilbert Antonio

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sábado, 20 de setembro de 2008

outras vezes...


Às vezes, por mais que eu importe-me é irrelevante...
Às vezes, por mais que eu ame
ainda assim, não é compreendido...
Outras vezes, sem querer, ou conscientemente realmente não me importo,
chego beirar a indiferença e indolência.
São apenas constatações reais deste atípico universo circundante.
Às vezes, sou emoção à flor da pele
Tudo é presente e onipotente...
Outras vezes, nem tanto...
Tampouco compreendo essas oscilações.
Sou também tempestade em alto-mar.

Não atribuo a ti ou a qualquer outra pessoa
a responsabilidade de me fazer feliz;
É imprescendível a minha liberdade
em determinar a origem e propriedade
das estações da minha vida.

Cabe a mim e a ninguém mais
determiná-las sem jamais subjulgá-las.
Pratico a paciência e algumas outras vezes
até mesmo a resignação.
Compreendo meu papel nesta ciranda viva
de reincidentes no crime de acreditar.

Decidi ser feliz!

Gilbert Antonio
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sábado, 13 de setembro de 2008

tenho....


Tenho feito concessões,
Alimentado sonhos e reconstruído outros.
Tenho silenciado mais - Um diálogo íntimo e único.

Tenho dispersado multidões & canções - afinal,
a unanimidade ainda é burra e ilegítima.

Tenho construído pontes entre uma solidão e outra.
Tenho, todavia, alimentado a natureza e amor que reúnem
força e propósito para justificar sua existência em mim e nos outros.

Tenho acordado cedo - alerta e intransigente.

Tenho ouvido mais - Não sinto e nem tampouco desejo
que a verborrágica desvairada
alimente nos outros o que nem mesmo eles conseguem
ouvir e compreender : as clássicas e inaudíveis emoções.

Tenho versado sobre a vida e amor - Não ousem considerar- me um tolo,
apenas um legítimo sonhador - fiel guerreiro e astuto,
afinal amor para para corajosos.

Tenho despertado alguns dragões.
Tenho salvo algumas esperanças esquecidas no fundo infinitamente
belo de uma gaveta.
Tenho recitado mantras,
Tenho amado mais e melhor, mesmo que em silenciosa expressão.

Gilbert Antonio
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

relevos íntimos...


Parte do que eu sou transforma-se em relevos íntimos.
Nem sempre tangíveis ou notáveis, apenas simples e visivelmente intensos.

Parte do que eu sou soma-se ao que desejo ser.
Embora distintos, revelam grande individualidade e contraditória diversidade.

Parte do que eu sou é amor inexorável e imprescendível.

A outra parte cala e consente. Grita e renasce mais forte.

Parte do que eu sou deseja apenas...
É anseio & delírio.

A outra parte, nem sempre revelada é incógnita ,
é a parte em mim que assombra e encanta.

Essa parte pode ser acusada de tudo, entretanto não é omissa, indiferente ou morna.
Ela é, enfim, do tamanho exato do que me complementa e revela.

Gilbert Antonio
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