domingo, 14 de março de 2010

Escrevo entre intervalos desconexos & insuspeitas obviedades.
Ao final, nem outra coisa,nem coisa nenhuma subsiste,
apenas o encanto efêmero.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Há uma certa controvérsia quando dizemos "eu te amo",
porque não amamos ao outro em sua pluralidade e individualidade
mas sim, de acordo com as nossas necessidades & conveniências.
Se souberes onde te guardei
saberás então, onde me encontrar.
Centrando-me na ausência do tempo
e destituíndo o poder de tua ausência
em minhas poesias despertas.
A palavra
possuí um simbolismo arbitrário
e o coletivo é seu contraposto.
Contrasenso verbal!
Contrasenso verborrágico:
Mesmo te odiando te amo mais e melhor!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Um silêncio de grandes tempestades se prepara para impassível,
acontecer dentro e fora de mim.
Na chuva,então,caminho de encontro
a tempestade.

gilbert antonio
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