terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Escolho silenciar...



Entre dizer realmente o que penso, sinto e sou, escolho silenciar. Afinal minhas
reais percepções prescindem dos fatos.
São puras e irremediáveis contradições.
Entretanto não delimite-as pois sou tão inscontante quanto o próprio tempo. Pode ser que, a qualquer momento algo novo e totalmente imprevisível aconteça e o que eu havia sentido, pensado e sido nem mais exista. Pertença apenas a nostalgia ou a impressão que tenha na verdade existido. Tenha sido, talvez, uma doce contradição - Um déjavu de constrastes & revelações efêmeras.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

amor



Te amo
de forma silenciosamente
escancarada!

Seremos abandonados e abandonaremos!



Gostes ou não, seremos abandonados e abandonaremos.
Nossa incapacidade em proteger os que amamos é inevitável e factual,
assim como o abandono de si e do outro.

discurso amoroso



Há um elo vital entre o discurso amoroso e a sua separação.

Nascemos e morremos tentando realizar o objeto de nosso desejo.
Neste caso, a vivência & experiência de um amor possível.

Inaptabilidades!



Nosso desejo carrega uma grande incapacidade e inaptabilidade em lidar com perdas e insatisfações.
Vivê-lo requer a sutil maestria de lidar com a ausência da possibilidade de realização.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Opções Emocionais



Nossas opções emocionais, amorosas e sociais estão limitadas pela anatomia e culpa.
São, de fato, implacavelmente efêmeras e carregam em si, grandes doses de silêncios & insatisfações.

Conta & Risco


Queiramos ou não,
vivemos e estamos no mundo
essencialmente por nossa conta & risco.